Honda CG 2019, chega renovada e ligeira

Ao longo dos mais de 40 anos, a motocicleta Honda CG teve muitas mudanças, versões e séries, que revelam o aprimoramento contínuo de um produto que já nasceu bom.

Motos
2 anos atrás
Honda CG 2019, chega renovada e ligeira

Desde sua primeira versão em 1976, a moto vem conquistando a preferência dos consumidores de todo o Brasil. Em sua versão 2019, o veículo mais comercializado da história do país, ganha novas cores e grafismos, além de uma nova roda de liga-leve na versão líder de vendas, a CG 160 Fan, e no modelo de uso profissional, a CG 160 Cargo.

Em suas 8 gerações, a linha CG ainda hoje é uma das preferidas por motociclistas e profissionais da área. Inovação, tecnologia, alta qualidade com produção nacional e baixo custo de manutenção fazem das motos CG líderes em participação no mercado e a preferida dos amantes por moto. Seja para o trabalho, seja para o lazer, ela sempre está na frente das concorrentes.

Preços e detalhes dos modelos à venda

Toda a linha CG tem três anos de garantia e sete trocas de óleo gratuitas e estará à disposição na rede de concessionárias a partir de setembro. Os preços públicos sugeridos com base São Paulo são:

  • CG125i Fan 2018 – Preto e Vermelho – R$ 7.161,00
  • CG125i Cargo – 2018 – Branca – R$ 7.165,00
  • CG160 Fan Cargo – 2019 – Branco – R$ 9.490,00
  • CG160 Start – 2019 – Vermelho e Preto – R$ 8.390,00
  • CG160 Fan – 2019 – Preto, Vermelho e Cinza Metálico – R$ 9.390,00
  • CG 160 Titan 2019 – Azul Perolizado, Vermelho Perolizado e Preto – R$ 10.490,00

Cores e grafismos: atualidade e dinamismo

A linha 2019 da CG 160 Titan é oferecida ao consumidor em três novas cores: vermelho e azul perolizados, e prata metálico. Os grafismos inéditos elaborados pela montadora e empregados na motocicleta, exaltam o dinamismo do modelo e também sua esportividade, incorporando uma faixa de tanque na parte superior central, ao melhor estilo das esportivas CBR.

A CG 160 Fan 2019 terá também três opções de cores: o tradicional preto, um novo vermelho e a nova opção cinza metálico, todas complementadas por grafismos atualizados e pelas novas rodas de liga-leve, com o mesmo design da Titan.

Já a CG 160 Start também recebe a nova tonalidade de vermelho e mantém a opção em preto no modelo 2019. A CG 160 Cargo permanece disponível em opção única no novo modelo, branco.

As versões CG 125i Cargo e CG 125i Fan não sofrem alterações e continuam sendo comercializas como modelo 2018, nas cores branco, na primeira, e vermelho e preto, na segunda. Mas nem por isso, deixam de ser desejadas pelos compradores por serem excelentes opções no mercado.

Evolução em destaque

Com atributos apenas encontrados nas motos Honda, ela continua duplamente econômica – no consumo de combustível e manutenção acessível – e com incomparável versatilidade e robustez que deixam em patamar de unanimidade no mercado.

Na base do sucesso da CG está a reconhecida excelência da engenharia Honda, com a incessante busca por aperfeiçoamento, além da maior rede de concessionárias, com mais de mil pontos de venda, facilitando chegar ao topo de vendas.

O sucesso é resultado do esforço promovido pela fabricante nas últimas quatro décadas com novas tecnologias ciclicamente incorporadas ao modelo visando a melhoria do desempenho, economia, segurança e confiabilidade.

Alexandre Cury, Diretor Comercial da Moto Honda da Amazônia, destaca que a CG produzida em Manaus é uma das melhores motocicletas fabricadas pela empresa em todo o mundo: “É um produto considerado mundialmente de qualidade superior pela excelência do projeto e precisão na fabricação. É ideal para atender as condições de utilização no Brasil, que exige motocicletas resistentes e de excelente desempenho”, concluiu o executivo.

Exemplos do incessante aperfeiçoamento técnico não faltam: para 2019 a novidade é a atualização do design das rodas de liga-leve na best-seller da família, a CG 160 Fan, e da “máquina de trabalhar”, a CG 160 Cargo.

No modelo 2018, a novidade foi a introdução da moderna suspensão dianteira SFF (Separated Function Fork), derivada das máquinas usadas nas competições off-road – motocross, enduro e rally –, que fez as CG ficarem ainda mais resistentes e com melhor dirigibilidade.

Em 2014 foi a vez dos freios CBS (Combined Braking System), tecnologia que elevou o patamar de segurança com redução dos espaços de frenagem à níveis inéditos.

Voltando ainda mais no tempo, em 2009, o consagrado sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI foi introduzido, melhorando a relação de consumo, reduzindo emissões de poluentes e a necessidade de regulagens periódicas, frequentes quando a alimentação era feita por carburador.

Motores e chassi: economia e resistência

Quando o assunto é motor, não tem jeito, a Honda se sobressai entre as concorrentes.

A CG 160 Titan, CG 160 Fan e CG 160 Start são dotadas do mais moderno e potente motor de sua categoria, o monocilindro 4 tempos de exatos 162,7 cm3, que gera 15,1 cv (etanol) e 14,9 cv (gasolina) de potência máxima a 8.000 rpm. A cifra do torque máximo também é recorde no segmento, 1,54 kgf.m (etanol) e 1,40 kgf.m (gasolina) a 6.000 rpm.

Já a CG 125i Fan, considerada pela montadora a “porta de entrada” no mundo das CG, é equipada com o um monocilindro de 4 tempos de 124,7 cm3, um campeão em economia de combustível, e capaz de oferecer 11,8 cv de potência máxima a 8.500 rpm e 1,06 kgf.m de torque a 5.000 rpm. Ambos motores contam com transmissão de cinco velocidades e embreagem multidisco em banho de óleo.

Comum a todas as motos dessa linha é o chassi na consagrada arquitetura Diamond, na qual o motor desempenha papel estrutural. Realizado em chapa de aço estampado, é fator fundamental para garantir a resistência e longevidade das CG. Em conjunto com as modernas suspensões e sistema de freios, tal estrutura garante maneabilidade, estabilidade e segurança ímpar.

História da Honda CG no Brasil

A primeira geração da CG em solo nacional se deu entre 1976 a 1982. Com otor 125 cilindradas, produzida na Zona Franca de Manaus, foi feita a CG 125, a primeira motocicleta nacional da Honda e que celebrou, em grande estilo, a chegada das motos japonesas ao Brasil.

Ainda em 1981, foi lançada a primeira motocicleta do mundo com motor a álcool, uma inovação fruto da escassez de gasolina no país e de incentivos do governo, como o Proálcool.

A segunda geração surgiu em1983 e perdurou até 1988. Nesse período, a nova CG 125 ganhou linhas mais retas e um novo tanque de combustível, agora com capacidade de 12 litros. Pouco depois, em 1985, vieram os faróis retangulares e o câmbio de 5 marchas. A última inovadora mudança nessa geração foi o lançamento da versão cargo, com bagageiro, em 1988, que fez o modelo cair nas graças de motoboys e de motociclistas profissionais.

Entre 1989 e 1994 o mercado conheceu a terceira geração da linha CG. Ela foi marcada pelo lançamento do modelo “today”. Com mudanças perceptíveis no painel e no banco, foi uma das maiores mudanças já realizadas até hoje. Ela ocorreu em 1991, quando essa geração recebeu mais de 140 alterações em componentes, como motor e chassi.

A quarta geração foi conhecida entre os anos de 1994 e 1999. O modelo “titan” virou um sobrenome da CG 125 e não mais abandonou a marca. Com design renovado, freios, embreagem e comandos elétricos melhorados, a moto recebeu mais de 90 modificações técnicas nessa geração que marcou a época.

Seguindo a tendência mundial de segmentação do mercado, entre 2003 e 2005, a Honda lançou novas versões da CG 125 Titan. A modernização aplicada na motocicleta permitiu ao comprador optar entre partida elétrica ou a pedal e freio a disco ou a tambor, com combinações entre os itens identificados nos modelos KS, ES e KSE.

Entre 2004 e 2009 surgiu a sexta geração. Dando continuidade com a segmentação do mercado, a Honda dividiu a linha CG em dois grupos: 125 cilindradas e 150 cilindradas.

Nesse período, surgiram os modelos Job, sucessor do modelo cargo, CG 125 Fan, de apelo popular, CG 150 Sport e CG 150 Edição Especial. A CG 150 Titan ganhou bastante espaço no mercado e consolidou a participação quase hegemônica da Honda no Brasil.

A sétima geração da CG se deu entre 2009 e 2013. Com injeção eletrônica, tanque de 16 L e chassi com novo ajuste de rigidez, a Honda aproveitou o momento e lançou uma nova versão denominada mix inaugurando os motores Flex para motocicletas.

A CG 150 Titan foi a 1ª motocicleta do mundo com motor que podia ser abastecido tanto álcool, quanto gasolina. Fabricada no Brasil, a medida adotada pela marca foi mais uma prova de inovação da marca japonesa.

Em 2013, foi lançada a oitava geração que perdura até os dias atuais. A moto passou por uma mudança radical no visual e se modernizou. Um novo chassi, mais leve, melhorou a resposta em curvas e em ladeiras, sem dizer do toque de modernidade na já consagrada marca de preferência no Brasil.

  • Tipo: OHC, Monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
  • Cilindrada: 162,7 cc
  • Potência máxima: 14,9 cv a 8.000 rpm (Gasolina) / 15,1 cv a 8.000 rpm (Etanol)
  • Torque máximo: 1,40 kgf.m a 6.000 rpm (Gasolina) / 1,54 kgf.m a 6.000 rpm (Etanol)
  • Transmissão: 5 velocidades
  • Sistema de partida: Elétrico
  • Diâmetro x Curso: 57,3 x 63,0 mm
  • Relação de Compressão: 9,5:1
  • Sistema de Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI
  • Combustível: Gasolina e/ou Etanol

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